quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Atenção alunos para as orientações para resenha:
FERRO, Marc. O Século XX, explicando aos meus filhos. 1ª ed. Editora Agir, 2008. pp. 9-89.
O modelo de resenha pode ser acessado e baixado pelo link:
http://www.4shared.com/document/-WvNR5-u/Modelo_de_resenha.html
Entrega na próxima quarta-feira dia 03 de novembro ao seu líder. (Todas as turmas).
Por favor façam um bom texto e garantam uma boa nota.
Um abraço,
Marcelo.
domingo, 19 de setembro de 2010
INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE O IV BIMESTRE
1 - Guerra Fria (Introdução);
2 - Os limites do socialismo real (capítulo 12);
3 - Conflitos internacionais (capítulo 13);
4 - A globalização e o futuro da economia (capítulo 14)
FORMAS DE AVALIAÇÃO:
1 - Resenha do livro "O século XX: explicando aos meus filhos" e posterior apresentação em sala de aula (Valor 6,0 pontos);
2 - Prova Escrita individual, estilo ENEM (Valor 4,0 pontos).
QUANTO A RESENHA:
1 - Deverá oebedecer ao que se exige na academia de uma boa resenha crítica;
2 - Deverá obedecer estritamente as normas da ABNT (não será aceito em forma de manuscrito, apenas digitado e devidamente formatado);
3 - Serão marcadas aulas para a discussão do livro, que comprovarão que você leu para fazer a sua resenha. Dessa aula sua nota poderá ser aumentada ou reduzida, de acordo com a sua participação.
domingo, 29 de agosto de 2010
SUGESTÕES PARA A PROVA E PARA O ENEM
BONS RESUMOS DOS ASSUNTOS QUE CAIRÃO NA PROVA DO 3º BIMESTRE PODEM SER ENCONTADOS EM:http://www.cliohistoria.110mb.com/alunos/3_serie/3_serie.htm
LEMBRANDO QUE AS PROVAS ESTÃO MARCADAS PARA TODAS AS TURMAR PARA A SEGUNDA SEMANA DE SETEMBRO.
BONS ESTUDOS,
PROFESSOR MARCELO
quinta-feira, 8 de julho de 2010
ATENÇÃO ORIENTAÇÕES PARA O TRABALHO DA III UNIDADE
5,0 pontos
Tema Geral:
A História Local e a História do Brasil Republicano
Objeto do trabalho:
Os alunos devem pesquisar as formas com que os cidadãos comuns e os meios de comunicação locais entenderam os temas propostos e articulá-los com o que os livros de história relatam sobre o mesmo tema. Deve também estabelecer conexões entre o passado e o presente.
Temas:
1. Governos Populistas (1945-1964)
2. Contestação, rebeldia e repressão na ditadura militar
3. Os presidentes militares
4. A redemocratização
5. Os presidentes do Brasil pós-ditadura militar
6. Quem foi o melhor presidente do Brasil?
Metodologia
• Realizar uma solida pesquisa bibliográfica sobre o tema;
• Entrevistar cidadãos comuns de diferentes realidades sociais e concepções políticas;
• Pesquisar jornais, revistas, panfletos e demais escritos locais relacionados ao tema;
• Construir um texto articulando a pesquisa feita as referências bibliográficas estudadas;
• Apresentar os resultados em sala de aula, utilizando imagens, vídeos, gráficos e demais dados que sejam produtos da pesquisa.
Critérios de avaliação
• Qualidade da pesquisa bibliográfica e de campo;
• Capacidade de articulação da bibliografia consultada à pesquisa de campo;
• Criatividade na redação do texto e da apresentação;
• Capacidade de reflexão crítica da equipe;
• Articulação do tema com a realidade;
Entrega do trabalho escrito e apresentação da equipe: 2ª Semana de Agosto (nas respectivas aulas de História.
domingo, 20 de junho de 2010
ATENÇÃO SELEÇÃO DE VAGAS PARA PESQUISA
EDITAL PARA ADMISSÃO DE PESQUISADORES VOLUNTÁRIOS JR. PARA O PROJETO “HISTÓRIA, SOCIEDADE E TRABALHO NA MICRORREGIÃO DE CATU-BA”
O professor Marcelo Souza Oliveira, abre inscrições para o Projeto de Pesquisa “História, Sociedade e Trabalho na Microrreigião de Catu-Ba”. Os interessados devem se inscrever com os alunos Levi (Curso de Agrimensura) e Vitória (curso de Petroleo e Gás) ou pelo e-mail professormarcelo@yahoo.com.br .
Objetivos e repercusões do Projeto
O Projeto trabalhará com a pesquisa e análise dos mundos do trabalho e sua relação com a formação profissional oferecida pelo Campus Catu e terá como desdobramento principal 06 (seis) resumos expandidos de autoria dos alunos participantes e que serão apresentadas na Mostra de Iniciação Cientifíca que ocorrerá no IF Baiano Campus Catu no mês de outubro do corrente.
Os alunos participantes terão seus trabalhos publicados, caso aprovados e apresentados na MIC. Esse trabalho constará em seu curriculo como apresentação e publicação acadêmicas.
Linhas de Pesquisa:
Linha 01: História, Trabalho e Economia do Petroleo
Trabalhará com os impactos da economia petrolifera em Catu e região. Essa linha terá dois focos: história dos trabalhodores do petroleo e impactos da produção petrolifera em Catu e região.
Linha 02: Potenciais agrícolas da região na História e na atualidade
Essa linha se ocupará em entender a dinamica historica da agropecuária na região e sua atual configuração, destacando as principais culturas e criações.
Linha 03: Impactos da formação profissional do IF Baiano
Essa linha tem como objetivo mapeamento dos profissionais formados pelo IF Baiano nas duas últimas décadas. Os focos se centrarão nos profissionais formados nativos da região e também nos oriundos de outras regiões.
Numero de Vagas
São oferecidas 10 vagas, que serão divididas por linha de pesquisa da seguinte forma:
- Linha 01: 02 vagas;
- Linha 02: 04 vagas;
- Linha 03: 04 vagas;
Critérios de Avaliação
· Identificação com a pesquisa histórica e sociológica;
· Justificativa plausivel para a participação no projeto;
· Coerência e coesão na entrevista com o professor e com a banca;
· Disponibilidade de tempo para pesquisa de campo e nos arquivos;
Data e horário da seleção:
16 de julho de 2010, às 16:00h
Local:
Sala Provisória do Projeto Escola Itinerante (Prédio da Biblioteca, primeira porta da lateral esquerda)
Resultados:
17 de julho no mural da escola e no blog www.historia-ifbaiano.blogspot.com
Marcelo Souza Oliveira
Prof. do IF Baiano – Campus Catu
Doutorando em História Social pela UFBA
segunda-feira, 14 de junho de 2010
ATENÇÃO 3º ANO, RECURSOS E OUTRAS INFORMAÇÕES SOBRE A RECUPERAÇÃO SEMESTRAL
1. Ires - 3º B - 1,0
2. Michel - 3º D - 2,5
3. Camila - 3º C - 2,5
Obs. As demais solicitações infelizmente não procedem ou foram indeferidas.
Prova 1 - Cabeçalho em minusculo e grifado.
1 - Soma = 37
2 - A
3 - D
4 - A
5 - A
6 - E
7 - D
8 - C
9 - B
10-C
Prova 2 - Cabeçalho grifado e com letras maiúsculas
1 - Soma = 37
2 - B
3 - A
4 - D
5 - E
6 - A
7 - A
8 - A
9 - C
10-A
Prova 3 - Cabeçalho em letras maiúsculas
1 - SOMA = 37
2 - C
3 - B
4 - C
5 - B
6 - D
7 - B
8 - B
9 - E
10- E
Prova 4 - Cabeçalho em letras minusculas
1 - SOMA = 37
2 - C
3 - B
4 - C
5 - B
6 - D
7 - B
8 - B
9 - E
10 - E
Os assuntos que irão cair na prova de recuperação são:
1 - Primeira república
2 - Era Vargas
As questões serão duas abertas e oito de marcar estilo vestibular.
A PROVA SERÁ NA PRÓXIMA QUINTA-FEIRA AS 8:00 HORAS DA MANHÃ
sábado, 12 de junho de 2010
Resultados das avaliações do I Semestre
quinta-feira, 3 de junho de 2010
ATENÇÃO 3º ANO PROVA DA II UNIDADE
COMO ACERTAMOS EM SALA DE AULAA, AS PROVAS DA II UNIDADE SERÃO:
07 DE JUNHO - 3º A e B - (AS DUAS TURMAS FARÃO AS PROVAS AS 8:00H, COM O PROF. ACIMAR)
10 DE JUNHO - 3º C e D
ASSUNTOS:
1. PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL
2. SEGUNDA GUERRA MUNDIAL
3. CRISE DE 1929
4. REGIMES TOTALITÁRIOS (FACISMO E NAZISMO)
AS QUESTÕES SERÃO NO ESTILO UNEB E UFBA
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Guerra Fria

Imagem: O capitãom América contra o "mau" vermelho. Uma referência negativa a União Sovietica
domingo, 2 de maio de 2010
As feridas da Segunda Guerra na Alemanha

Foto: Uma pilha de corpos alemães feita após um ataque realizado contra a cidade de Dresden, em 1945.
Fonte: http://www.guerras.brasilescola.com/seculo-xx/as-feridas-segunda-guerra-na-alemanha.htm, acesso em 02 de maio de 2010, às 18:54.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Piada sem graça sobre a Segunda Guerra (ah! ah! ah!)
- Não faça isso! Deixe essa pobre mulher em paz!
E ela:
- Nada disso, meu filho! Guerra é guerra!
Suástica : definição

DADOS E CURIOSIDADES SOBRE A SEGUNDA GUERRA

Para um estudo sobre a Segunda Guerra Mundial

segunda-feira, 26 de abril de 2010
Dica de um internauta: igreja X nazismo/facismo
Os link´s abaixo foram enviados pelo internauta Sthéphanos. Trata-se de exposições sobre as relações entre a igreja e os regimes totalitários (facismo e nazismo).
Está ai uma boa dica para o painel integrado, caso algum grupo tope essa empreitada.
Meus agradecimentos ao Sthéphanos pela bela sugestão.
http://www.youtube.com/watch?v=YpcE6Igwr0U
http://www.youtube.com/watch?v=_tKuNmyjG80
http://www.youtube.com/watch?v=rVvNG_DkwzY
http://www.youtube.com/watch?v=YWvl1EKY0jk
http://www.youtube.com/watch?v=wM1aOjHh4jw
http://www.youtube.com/watch?v=YWvl1EKY0jk
domingo, 25 de abril de 2010
ATENÇÃO RESULTADO DAS AVALIAÇÕES DA I UNIDADE
terça-feira, 20 de abril de 2010
MÉTODOS DE AVALIAÇÃO DA II UNIDADE (3º ANO)
Será uma avaliação escrita constituídos apenas por questões do ENEM e das Universidades da região (UEFS, UNEB, UFBA).
Assuntos:
- Movimentos sociais na República Velha
- 1ª Guerra Mundial
- Regimes Totalitários
- 2ª Guerra Mundial
- Era Vargas
2 – Painel Integrado – Valor – 5,0 pontos
Será uma apresentação dentro dos eixos de História Geral estudados na unidade (Regimes Totalitários e Segunda Guerra Mundial), onde as equipes terão cerca de 20 minutos para apresentar uma das faces dessa História.
As equipes poderão ser as mesmas da Unidade passada. Os aspectos que serão avaliados serão o domínio de conteúdo, a originalidade da abordagem e a criatividade.
Sugestões:
- A propaganda Nazista
- A ideologia Nazista
- O racismo nazista
- A Igreja e o Nazismo
- Os símbolos e a simbologia no nazismo
- Neonazismo
- O Brasil e a Segunda Guerra Mundial
- A Europa pós-segunda guerra mundial
- Viver e morrer na front da guerra
- Segunda Guerra Mundial na visão dos perdedores.
Obs. Os temas acima são apenas sugestões, caso a equipe queira propor algo mais original, tem toda a liberdade. Na apresentação a equipe poderá dispor de qualquer forma de exposição que achar necessário.
O Surgimento Dos Estados TotatlitáRios E A Ditadura Fascista
Literatura, humor e sociedade

(Conto Sertanejo)
- Vai, serás o senhor da terra e o animal superior. Grandes trabalhos e surpresas te esperam, mas de todo triunfarás de fizeres a sua parte
A tua felicidade muito depende do teu querer. Viverás trinta anos.
O homem ouviu e calou-se.
Deus criou o burro e disse-lhe:
- Vais viver como escravo do homem, conduzi-lo a ele e a todos os fardos que puser às suas costas. Serás bastante discreto e paciente para suportar, além da carga pesada, as privações que te forem impostas durantes as viagens. Viverás cinqüenta anos.
O burro meditou e respondeu:
- Escravidão, cargas, privações, e viver cinqüenta anos... É muito, Senhor: bastam-me trinta.
Deus criou o cão e disse-lhe:
- Vais ser o companheiro do homem de quem guardarás, sempre alerta, a portam servindo-o inteira obediência, ainda que não recebas mais do que ossos para matar a fome. Sofrerás açoites, mas humilde e fiel, tens que lamber a mão que te castiga. Viverás trinta anos.
O cão pensou e refugou:
- Vigiar dia e noite, ser açoitado, padecer fome e viver trinta anos... Não, Senhor, quero apenas dez.
Deus criou o macaco e disse-lhe:
- Vai; o teu oficio é alegrar o homem. Saltando de galho em galho ou atado a um cope, procurarás, imitando-lhe os gestos, arremedando-o, fazendo esgares, dissipar a tristeza e entreter-lhe o bom humor. Viverás cinqüenta anos.
O macaco pestanejou e pediu:
- Senhor, é demasiado para tão indigno mister: Basta-me viver trinta anos.
Vinte anos que o burro não quis, vinte que o cão enjeitou, vinte que o macaco recusa, daí-mos Senhor, que trinta anos são muito poucos para o rei dos animais.
- Toma-os acedeu o Criador. Viverás os noventa anos, mas com uma condição: cumprias em tua vida não só o teu destino, mas também o do burro, o do cão e o do macaco.
E assim vive o homem:
Até os trinta anos, forte, corajoso, resistente, arrasta perigos e estorvos, luta com resolução, vence e domina: é homem.
Dos trinta aos cinqüenta tem família e trabalha sem repouso para sustentá-lo. Cria os filhos, afadiga-se por educá-los, e garanti-lhes o futuro. Sobre ele se acumula os encargos: é burro.
Dos cinqüenta aos setenta está de sentinela à família. Dedicado, dócil, seu dever é defendê-la, mas não pode em tudo fazer valer a sua vontade. Contrariado, humilha-se e obedece: é cão.
Dos setenta aos noventa, sem força, curvo, trôpego, enrugado, vegeta a um canto, inútil e ridículo. Faz rir com a sua gula, sua caduquice e sua própria rabugem. Sabe que não o tomam mais a sério, mas resigna-se e tem gosto em ser o palhaço das crianças: é macaco.
(MARQUES, Xavier. A vida do homem In: Suplemento Literário do Jornal A Manhã, Rio de Janeiro, 07/12/1941).
quarta-feira, 14 de abril de 2010
A recente crise econômica mundial (2008-2009)

Alguns economistas, no entanto, consideram que a crise dos subprimes, tem sua causa primeira no estouro da "bolha da Internet" (em inglês, dot-com bubble), em 2001, quando o índice Nasdaq (que mede a variação de preço das ações de empresas de informática e telecomunicações), despencou.
De todo modo, a quebra do Lehman Brothesr foi seguida, no espaço de poucos dias, pela falência técnica da maior empresa seguradora dos Estados Unidos da América, a American International Group (AIG). O governo norte-americano, que se recusara a oferecer garantias para que o banco inglês Barclays adquirisse o controle do cambaleante Lehman Brothers, alarmado com o efeito sistêmico que a falência dessa tradicional e poderosa instituição financeira - abandonada às "soluções de mercado" - provocou nos mercados financeiros mundiais, resolveu, em vinte e quatro horas, injetar oitenta e cinco bilhões de dólares de dinheiro público na AIG, para salvar suas operações. Mas, em poucas semanas, a crise norte-americana já atravessava o Atlântico: a Islândia estatizou o segundo maior banco do país, que passava por sérias dificuldades.
As mais importantes instituições financeiras do mundo, Citigroup e Merrill Lynch, nos Estados Unidos; Northern Rock, no Reino Unido; Swiss Re e UBS, na Suíça; Société Générale, na França declararam ter tido perdas colossais em seus balanços, o que agravou ainda mais o clima de desconfiança, que se generalizou. No Brasil, as empresas Sadia, Aracruz Celulose e Votorantim anunciaram perdas bilionárias.
Para evitar colapso, o governo norte-americano reestatizou as agências de crédito imobiliário Fannie Mae e Freddie Mac, privatizadas em 1968, que agora ficarão sob o controle do governo por tempo indeterminado.
Em outubro de 2008, a Alemanha, a França, a Áustria, os Países Baixos e a Itália anunciaram pacotes que somam 1,17 trilhão de euros (US$ 1,58 trilhão /≈R$ 2,76 trilhões) em ajuda ao seus sistemas financeiros. O PIB da Zona do Euro teve uma queda de 1,5% no quarto trimestre de 2008, em relação ao trimestre anterior, a maior contração da história da economia da zona.
A crise de 1929: a grande depressão

Diante da contínua produção, gerada pela euforia norte-americana, e a falta de consumidores, houve uma crise de superprodução. Os agricultores, para armazenar os cereais, pegavam empréstimos, e logo após, perdiam suas terras. As indústrias foram forçadas a diminuir a sua produção e demitir funcionários, agravando mais ainda a crise. A crise naturalmente chegou ao mercado de ações. Os preços dos papéis na Bolsa de Nova York, um dos maiores centros capitalistas da época, despencaram, ocasionando o crash (quebra). Com isso, milhares de bancos, indústrias e empresas rurais foram à falência e pelo menos 12 milhões de norte-americanos perderam o emprego.
Abalados pela crise, os Estados Unidos reduziram a compra de produtos estrangeiros e suspenderam os empréstimos a outros países, ocasionando uma crise mundial. Um exemplo disso é o Brasil, que tinha os Estados Unidos como principal comprador de café. Com a crise, o preço do café despencou e houve uma superprodução, gerando milhares de desempregados no Brasil.
Para solucionar a crise, o eleito presidente Franklin Roosevelt, propôs mudar a política de intervenção americana. Se antes, o Estado não interferia na economia, deixando tudo agir conforme o mercado, agora passaria a intervir fortemente. O resultado disso foi a criação de grandes obras de infra-estrutura, salário-desemprego e assistência aos trabalhadores, concessão de empréstimos, etc. Com isso, os Estados Unidos conseguiram retomar seu crescimento econômico, de forma gradual, tentando esquecer a crise que abalou o mundo.
sábado, 10 de abril de 2010
Atenção para as avaliações da 3ª série na I Unidade

Regras da ABNT para a construção de trabalhos cientifícos
Fonte: Times New Roman
Tamanho: 12
Estilo da fonte: normal
Alinhamento: Justificado
Espaçamento entre linhas: 1,5 cm
Margens:
- Direita e superior: 3,0cm
- Esquerda e inferior: 2,0cm
Títulos e Subtítulos em negrito, tamanho da fonte: 14
Citações: Tamanho 11, Recuo de paragrafo a esquerda 3,0 cm
Obs. As regras para bibliografia estão no arquivo sobre trabalhos cientificos (ver menu Documentos Importantes)
terça-feira, 6 de abril de 2010
REVOLUÇÃO RUSSA - ESQUEMA DA AULA

2) A Rússia na 1a Guerra - fracasso, prejuízos e insatisfação popular;
3) Greves, motins e manifestações
4) Revolução de Outubro de 1917
- Lênin no poder da Rússia
5) Formação da URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas)
Imagem: Poster mostrando a Revolução Russa em 1917
terça-feira, 30 de março de 2010
A RevoluçãO Russa Esquema
sexta-feira, 26 de março de 2010
Comemorações da Paixão de Cristo: escravidão, liberdade e paternalismo em Catu (1885)

É nesse contexto que encontramos a carta de liberdade da Dona Maria Fellipa de Barros. No ano de 1885, ela resolve "conceder" a liberdade a escrava Joana, através do seguinte argumento:
Carta de Liberdade da escrava Joana crioula, de Dona Maria Felippa de Barros
Eu, Maria Felipa de Barros como uma prova de respeito e veneração que presto ao dia de hoje, em que a Igreja comemora a Sagrada Paixão e Morte de nosso senhor Jesus Cristo e atendendo aos bons serviços, que me tem prestado minha escrava Joana, crioula, com quarenta e cinco anos de idade, mais de menos, matriculada sob os números 3843 da matrícula qual e 4 da minha relação, numero 307, apresentada no cartório da Vila de São Francisco, a qual foi casada com Carlos, já falecido, a liberto pela diminuta quantia de cinqüenta mil réis, que a essa data recebi, e para que goze de agora em diante da sua liberdade, lhe mandei passar a este título irrevogável [...]. Catu, 24 de abril de 1885. (Livro de Notas da Vila de Santana do Catu, 1885-1887, p. 53)
Observe o querido leitor que a senhora Maria Fellipa, resolve libertar a escrava, obtendo um lucro "diminuto" sobre a sua "propriedade", mas argumenta que o faz em nome de uma comemoração "santa". A crioula Joana já tinha a idade de quarenta e cinco anos e estava ficando velha de mais para o trabalho duro. As leis abolicionistas estavam intensificando á inevitável realidade da abolição, mas mesmo assim a senhora resolve expor a sua "bondade" diante de todos. Quais seriam a suas intenções reais? Será que a Dona Maria Felipa realmente estava estar fazendo um ato de caridade? Contudo, outra leitura possivel da ação dessa senhora pode ser encontrada dentro da lógica paternalista, pois o seu ato de "caridade" poderia significar, ao menos para os senhores e senhoras, um sinal de benignidade para os negros que continuavam cativos.
O paternalismo era a forma encontrada pelos senhores e senhoras de escravos para se sentirem melhor com a prática do vil comércio e era também uma forma de [tentar] harmonizar uma relação que desde a sua origem, já era marcada pela injustiça epela desigualdade.
Repare que a senhora, além de oferecer esse sacrificio a Deus, ainda "atende aos bons serviços" da crioula Joana. Era como se ela talvez dissesse: se vocês outros escravos meus que ainda continuam aqui cativos forem bonzinhos "talvez" um dia eu os liberte, como estou fazendo com e a "boa" negra Joana.
domingo, 14 de março de 2010
Uma festa no palacete do Barão de São Miguel: poder e decadência (Catu, 1910)

Nesse contexto, como podemos inserir a elite catuense? E a nossa comunidade como se inseria nesse momento? Bem, documentos da época nos mostram que o empobrecimento que assolou a sociedade baiana, refletiu sobre a comunidade de Catu.
No século XIX, Catu era uma das grandes promessas da economia de cana-de-açúcar baiana, contudo, as circunstancias internacionais, a falta de modernização da produção canavieira e a crise do escravismo impossibilitaram a não confirmação desta promessa.
Na República, Catu não passava de um lugarejo sustentado apenas pela produção de agricultura de subsistência, onde se destacava rapidamente a cultura do fumo. Mas os barões e coronéis e suas famílias continuavam a expor uma grandeza que não mais existia, juntamente com um espírito saudosista que denunciava a situação periclitante em que se encontravam. Observe um artigo publicado em 1910, pela Revista Brasileira, que destaca uma festa a fantasia, ocorrida em 26 de março daquele ano, no “palacete” do Barão de São Miguel um dia antes da páscoa:
Aleluia no Catu
Não passou despercebida, no seio da sociedade catuense, a data 26 de março findo, no memorável sábado de Aleluia.
A família catuense entendeu de divertir-se e divertir-se a valer.
Naquela noite ali queimando um robusto (Judas) Iscariotes, por entre custosos e belos fogos de artifício, precedendo à queima, um passeio a cavalo pelas ruas da Vila e um longo testamento, em versos, no qual foram todos e um longo muito aquinhoados (sic).
A assistência de espectadores, no largo da matriz e sob os clarões luminosos de esplendido luar, foi extra-ordinária!
As 10 ½ da noite, mais ou menos, realizou-se uma festa deliciosa no palacete do Sr. Barão de São Miguel – um animado baile a fantasia, o maior sucesso, gênero, que registra hoje crônica da vida catuense. A assistência seleta e numerosa, deixou antever, desde logo, o esplendor do baile que foi sempre muito animado até amanhã pela manhã de 27.
Desde a elegância das roupas a verve dos fantasiados, tudo denotava o fino gosto estético e o sentimento de arte eram as suas notas características.
O vasto palacete e sua sala principais, lindamente enfeitados por uma comissão de gentis senhoritas, repletos de luz, transbordando alegrias e entusiasmo, tinham um aspecto garrido.
Fantasias em trajes modestos, porém elegantes e graciosos, costumes caricatos, máscaras grotescas, outras fisionomias inocentes e ainda outras extravagantes, enchiam o vasto salão nobre e um espírito leve e sutil pairava naquele ambiente que os acordes do piano e de outros instrumentos musicais enchiam de ardentes alegrias.
Pastorinhas e príncipes, pierrôs e dominós, turcas e ciganas, bebês inocentissímos, tipos diversos, maneis de chapéu de fueiro, enfeitados e alegres como quem vai para os descantes e baleáricos de festa de aldeia, agitando-se todos no voltear das valsas ou em passeios no passo da consolação, deixaram-nos uma impressão que predomina ainda no nosso espírito.
Foi uma bela noite de prazer que nos fez deslembrar as tristezas do nosso peregrinar e o mourejar de todo o santo na cavação da vida.
Fonte: Revista do Brasil. Ano IV, nº. 20, Salvador-BA, 15 de abril de 1910. (Autor desconhecido)
A festa retratada pelo cronista desconhecido se deu na vila do Catu, após o findar de uma década muito negativa em termos de economia não só nesta cidade, como em toda a Bahia. De acordo com historiadores como Consuelo Novais Sampaio, nesses anos o estado foi marcado por sucessivas secas que deixava mais difícil a já complicada economia da região. Talvez por isso, o cronista desconhecido – pelo que se infere provavelmente um catuense correspondente da revista –, finalize o texto de maneira tão melancólica. O último parágrafo denota as possíveis dificuldades que se traduziriam em “tristezas do nosso peregrinar” e no “mourejar de todo o santo na cavação da vida”.
Repare o leitor que a leitura do texto nos leva a construção de imagens de uma festa glamorosa, em principio, mas que ao passar das linhas revela a simplicidade nas roupas dos “maneis dos chapéus de fueiros”. O que nos choca também é a descrição do “palacete” do Barão de São Miguel. Grande prédio com um salão onde teriam ficado vários instrumentos musicais, no qual o cronista destaca o piano, pela sua sofisticação. A descrição do salão do barão lembra aqueles da Salvador Imperial descrito pelo historiador Wanderley Pinho, nos tempos de “glória da Bahia”. Contudo, certamente ele só traria lembranças...